quinta-feira, 27 de março de 2008

Vou mandar por plâtina.


No pulmão, na garganta, no nariz, menos no coração. Este vou deixar a céu aberto que é pra inundar de tudo quando for objeto, dos bons, dos ruins, dos mais ou menos, tudo que assim vier pra mim, já foi escrito, meu vício é reescrever as linhas tortas com versos incertos, sem migué ou esquiva, portas abertas para outras batidas e rimas, janelas escancaradas pra vida, seja bem-vinda.

Um comentário:

Fabiola disse...

Passei e dei minha lida por aki...

bjss